O segundo semestre de 2025 se aproxima com um cenário econômico desafiador para o Brasil. Após um primeiro trimestre de crescimento robusto, impulsionado por uma safra agrícola recorde e investimentos privados, as projeções indicam uma desaceleração nos próximos meses.
O Banco Central, por meio do Comitê de Política Monetária (Copom), elevou a taxa Selic para 14,75%, o maior nível em quase duas décadas, visando conter a inflação persistente.
Essa política monetária mais restritiva já começa a impactar o consumo das famílias e os investimentos das empresas. Setores como varejo e indústria sentem os efeitos do crédito mais caro e da redução do poder de compra.
Além disso, o endividamento das empresas aumentou significativamente, com o custo da dívida atingindo níveis insustentáveis para muitas delas.
No cenário internacional, a valorização do dólar e as incertezas fiscais internas pressionam o real, que deve se manter volátil. A agência Moody's revisou a perspectiva do Brasil de positiva para estável, citando desafios estruturais e a necessidade de reformas fiscais mais profundas.
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